O que desejas?
Li em algum lugar que aquilo que o homem deseja acima de tudo é aquilo que ele não pode ter. É verdade. Refletindo um pouco percebi que uma parte considerável da minha vida foi - e ainda é - gasta com projetos e preocupações que sei que nunca virão a se materializar. Muitas vezes coisas ou situações realmente ridículas, mas que eu gostaria com cada fibra do meu ser possuir ou experimentar. No entanto, nada dói tanto quanto os sonhos aparentemente tangíveis, ou realmente possíveis, só que improváveis. Aquele par de tênis maneiro, mas caríssimo, aquela garota "perfeita" para a relação "ideal" mas que nem sabe que vc existe. Por que temos a habilidade de sonha mais alto do que podemos de fato alcançar? E como distinguir o impossível do meramente difícil? Será que a chave é só querer o bastante?
Escrito por Cláudio às 20h39
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Oração da Aula Curta
Para aquelas aulas que parecem que nunca terminam resta ao estudante de direito recorrer ao São Santolim, santo das aulas breves e objetivas. É assim:
São Santolim abreviai a nossa aula, fazei das horas minutos, transformai as páginas em linhas, dizei das doutrinas apenas os ditados, falai do complicado apenas o simples, do que for múltiplo apenas o único que vai cair na prova, aqui na faculdade de direito como na Terra ou só quando chegarmos no céu, se chegarmos. Amém.
Escrito por Cláudio às 20h58
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Friends Will Be Friends
Que não usem contra mim o que eu vou dizer agora: amizade é a forma mais perfeita de relacionamento entre dois seres humanos (ou mais). Ser parente é uma relação fadada à imperfeição devido à obrigatoriedade de se passar o tempo com uma pessoa com quem vc não tem necessariamente nada em comum, exceto o DNA. Namoros, casamentos e assemelhados também não funcionam tão bem porque deve necessariamente haver uma continuidade mesmo quando uma das partes não está realmente disposta a tanto, sob pena de um rompimento, desastre, fim. Em ambos os casos somos obrigados a conviver com aspectos desagradáveis de outras pessoas continuamente, o que certamente desgasta a relação, tornando-a menos do que perfeita. Na amizade, vc está com a pessoa simplesmente porque vc gosta de passar o tempo com ela, durante a quantidade de tempo que é agradável, sem ter de lidar com diversos aspectos negativos dessa pessoa. Não que amigos sejam perfeitos, mas os seus defeitos e problemas, por mais que gostemos e convivamos com a pessoa em questão, não nos afetam a ponto de tornar nossas vidas desagradáveis. E uma amizade pode parar e recomeçar a qualquer momento, sem traumas e sem data de vencimento ou prazo de readaptação, diferentemente dos demais tipos de relacionamento. Em suma: obrigado por serem meus amigos!
Escrito por Cláudio às 22h36
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Como usar o tempo?
Férias, que legal, né? Mais legal ainda se eu pensasse em algo para fazer para fazer valer o tempo livre, cada vez mais raro. O tempo passa, mas parece que é só isso que acontece. Tudo bem, até que tem dado para ir na academia mais seguido e pra estudar um pouco pro Rio Branco, mas ainda quero ver se faço algo mais interessante destas férias. Bom, acho que vou visitar o Carlos Ricardo. Com certeza vou sair de lá cheio de coisas na cabeça. Mais perguntas do que respostas, mas enfim...
Escrito por Cláudio às 18h00
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Mudança
O tempo passa e as coisas mudam. As pessoas também. Por uma questão de conveniência vou me mudar junto com as minhas coisas (he, he). Enfim, a partir de sábado estarei em nova residência, com novos vizinhos, novo cenário, etc. Mais longe da faculdade e mais próximo da academia. Não muda muita coisa, talvez o telefone, que agora é: 30234972.
Escrito por Cláudio às 17h21
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Férias existem?
Oficialmente estou de férias. E agora? Ai meu Deus, o que que eu vpo fazer!?!? Ahhhhhhh....Brincadeira, brincadeirinha. Na verdade eu estou bem, muito bem aliás. Só quero entrar logo no espírito de férias para poder aproveitá-las, pois até agora ainda não me veio nenhuma idéia concreta sobre o que fazer. Irônico, considerando-se que era só no que eu pensava durante o semestre. Bem, aceito sugestões.
Escrito por Cláudio às 13h42
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Lost
Não, não é o novo seriado do AXN, mas como tenho me sentido ultimamente: perdido. Agora que o semestre praticamente acabou não consigo deixar de pensar nas coisas que pretendo fazer nas férias (conjulgar os verbos estudar, exercitar e divertir) e em como todas essas coisas são sempre as mesmas, que me levam adiante, mas que, ao mesmo tempo não me conduzem a lugar algum. Quer dizer, o que eu realmente quero da vida? Mesmo os meus objetivos maiores (passar no Rio Branco, crescer como ser humano e indivíduo, arranjar namorada) parecem ao mesmo tempo, muito distantes e insuficientes para preencher o vazio que cresce cada vez mais dentro de mim. O problema é: eu nem sei o que eu quero que preenchiria esse buraco, então, como buscá-lo?
Escrito por Cláudio às 23h31
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........
Falta de assunto ..... muito para fazer e nenhuma vontade ..... tentar fórmula do não estudar e tirar nota melhor do que se tivesse estudado ..... vai funcionar? ..... só o tempo dirá ......
Escrito por Cláudio às 22h01
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Evolução?
Fim de semestre é sempre uma correria: prova, trabalho, prova-trabalho. Vc fica lendo, pesquisando, copiando, se estressando, se descabelando. E depois as merecidas férias. E dai? Mais um semestre prestes a terminar e como estou? Melhor, mais inteligente, mais forte, mais bonito, o quê? Só sei com certeza que fiquei mais velho no último semestre. Mas terei realmente evoluído, me tornado uma pessoa melhor? Não sei. Mas talvez evoluir seja assim mesmo: crescer sem perceber.
Escrito por Cláudio às 13h44
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Abaixo o Sexto Sentido!
Sério! Eu não consigo achar uma utilidade para o sexto sentido. Só se pressemtem coisas ruins e nunca se consegue evitá-las. Assim, o resultado é apenas que sofremos com os problemas previstos e com a antecipação deles. Já previ um monte de coisas inúteis e ruins, até a minha morte (que até que não vai ser das piores), mas nunca consegui realmente fazer nada para evitar que as minhas previsões acontecessem. Será que eu tenho um dom ou uma maldição?
Escrito por Cláudio às 23h18
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A outra dimensão ...
Você já se sentiu deslocado, fora de sintonia como universo? Acho que é um sentimento comum, e comigo, cada vez mais freqüente. Me sinto como se não fizesse parte do todo, como um anexo incômodo do cosmo, sem função nem destino. Terei razão?
Escrito por Cláudio às 00h02
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1, 2, 3, ... 21!
Mais um ano, mais um anivérsário. Parece monótono, repetitivo, previsível, não? Talvez seja porque acontece todos os anos e todos os anos na mesma data. Fico imaginando o porque. O Novo Código Civil me privou de comemorar a maioridade agora, pois que ela agora é aos 18. O problema é que eu já tinha 18 quando o código entrou em vigor (acho que dia 9 de janeiro/2002). Então entrei legalmente na maioridade em um dia que nada tem a ver comigo. Enfim, será que o dia do nosso aniversário é diferente dos demais ou assim o é apenas porque, as vezes, o fazemos assim? Óbvio que a segunda opção, mas e daí? Para mim esse último aniversário foi diferente mesmo, pois contou com a presença da minha prima Crishna, a quem não via a mais de 11 anos. Também, tinha que morar naquela longínqua terra chamada Bairro Tristeza?
Escrito por Cláudio às 17h03
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Aqui estou, mais uma vez!
Devido a problemas técnico-psico-bio-para-meta-alguma coisa, estive por muito tempo ausente do universo maravilhoso dos blogs. Mas agora voltei e para ficar (acho). Gostaria de dizer que em muito devo o meu retorno às pressões sofridas pela máfia do bambu. Emfim, aqui estou.
Para quem assiste "that 70's Show", da Sony. No episódio da semana passada os "heróis" tentam se safar de uma encrenca com a polícia montada canadense cantando o hino canadense "Oh Canada". Até aí tudo bem, exceto quando se considera que Oh Canada só se tornou o hino oficial canadense em 1980 ( )e o programa se passa, ao menos em teoria, nos anos ..... ? Claro que eu só sabia disso porque morei um ano no Canada, o que obviamente não é o caso dos "brilhantes" roteiristas do programa. Estamos de olho ....
Escrito por Cláudio às 12h37
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Estagiar, que raio de verbo é esse?
Aqui estou eu, já no terceiro dia de estágio na Silveiro Advogados, sem a menor idéia do que eu estou fazendo. Sei que é natural ficar confuso no início, e eu até que estou recebendo bastante auxílio dos meus colegas, mas, enquanto eu não descobrir o que eu faço aqui, acho que vou continuar com essa sensação esquisita de mente enevoada. Não é que eu não esteja fazendo o meu trabalho, eu estou, só não sei o que estou fazendo (tenho pena de quem revisá-lo). Enfim, qualquer hora eu me acho. Será?
Escrito por Cláudio às 16h44
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Hum .....
Hum.... bem .... sabe .... quer dizer ... bem... hum! O que eu estou fazendo aqui? Por que eu estou escrevendo no meu blog? Pensando bem, por que eu sou eu? Nossa! Espera um pouco ... ok! Eu estou bem. Legal. Bem, como eu dizia, eu estou bem, mas visitar o Carlos Ricardo abala todas as suas convicções. Não me entendam mal, ele é um grande amigo e é sempre um prazer passar algum tempo com ele. Só que os nossos bate-papos acabam sempre tão complexos e profundos que me fazem pensar que as aulas do Michelon eram até bem lights no final das contas. O que me leva à pergunta: por que pensamos tanto e agimos tão pouco?
Escrito por Cláudio às 10h44
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